BIM para todos!

“Digital, espacial (3D), mensurável, abrangente, acessível e durável”.

Essa é uma das várias definições de BIM (Building Information Modeling); uma das que eu mais gosto, inclusive. Obrigada, Mortenson Company! Mas, para os críticos de plantão, há uma definição mais técnica, diretamente da Building Smart (2012), que diz que BIM é um processo de negócio que gera e aproveita dados da construção para projetar, construir e operar o edifício durante todo o seu ciclo de vida, permitindo que todas as partes interessadas do projeto tenham acesso às mesmas informações ao mesmo tempo, através da interoperabilidade entre plataformas tecnológicas.


Desde que me apresentaram BIM, e não faz muito tempo - início de 2013 -, não consigo parar de pensar que o maior beneficiário com a implementação deste processo de inovação construtiva é o usuário final.


“Pera! Você está falando da minha mãe? Bem, se sua mãe for a moradora de um apartamento em um edifício residencial ou a locadora de uma sala comercial, ou até mesmo uma “boladona no dinheiro”, sim, estou falando dela”.


Esse tem sido o meu desafio profissional desde então. Apresentar as vantagens, melhorias, evoluções, os benefícios e ganhos que o ‘tal’ Building Information Modeling ou Modelagem da Informação da Construção pode oferecer ao usuário final de um Projeto, seja ele uma nova construção, reforma, um projeto de arquitetura, de estrutura ou instalações, e até mesmo a comercialização de um produto.


É fato que os primeiros interessados em implementar BIM são os técnicos: projetistas, orçamentistas, planejadores, gerentes de obra e manutenção, entre outros do setor AECO (Arquitetura, Engenharia, Construção e Operação). Claro, eles são os que mais sofrem e sentem as dificuldades de um setor engessado e arcaico, que ainda insiste em tomar decisões no “pós” e nunca no “pré”, e, muitas vezes, acabam com seus problemas mal resolvidos.


BIM, além de devolver aos arquitetos e engenheiros a maestria de seus projetos através do uso de ferramentas inteligentes, possibilita antecipar os problemas ou conflitos entre as disciplinas logo no estudo preliminar, que antes eram detectados somente em fases executivas ou até mesmo em obra. Além disso, permite que os orçamentos e cronogramas sejam mais assertivos, tendo redução comprovada.


Agora, me diz uma coisa: não é interessante pensar que, se minha mãe souber que ela pode reduzir incertezas como custo e prazo, além de economizar cerca de 5% no valor final da obra, temos mais chances de investimento garantido e negócio fechado?


Da mesma forma que BIM impulsiona o setor AECO a evoluir, inovar, ganhar dinheiro e ter qualidade de vida, imagine como seria se biólogos, advogadas, pedagogos, médicas, dentistas, minha mãe – e a sua - e tantos outros usuários tivessem ideia do que BIM pode fazer por eles?


Pense nisso. BIM é para todos. Aliás, pense BIM!



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